Hoje o objetivo foi Visconde Mauá, lugar que sempre ao chegar de alguma viagem longa paramos por alguns dias para recarregar as baterias. A chuva continua, foi sem parar até São Paulo. Tomamos o rodoanel desembocamos na Marginal e para sorte nossa, assim como na ida, estava tudo livre. Aproveitamos e demos uma parada no recém inaugurado Graal (quando fomos ainda não estava funcionando) uma obra muito bonita e atendimento de primeira, aliás são os nossos pontos de parada favoritos. Acredito que devemos conhecer senão todos, quase todos. Chegamos a Visconde de Mauá no fim da tarde.
Com essa narrativa encerramos o relato de nossa viagem. Não tenho hábito de tecer comentários sobre os hotéis, pousadas, restaurantes e serviços usados durante a viagem, salvo algum fato muito grave como foi o do hotel Íbis de Mendoza. Como de costume me coloco a disposição, via e-mail, para sanar qualquer dúvida e ajudar na escolha de hotéis, pousadas, restaurantes etc.
Até a próxima ...
quarta-feira, 27 de abril de 2016
terça-feira, 26 de abril de 2016
segunda-feira, 25 de abril de 2016
A chuva aumentou e partimos embaixo de muita água tendo como destino Vacaria. Toda a BR471 foi assim. Quando entramos na BR392 para alcançar a BR116 foi que diminuiu um pouco. Até Porto Alegre ficou no chove e para. Nesse trecho da BR116 muitas obras para duplicação das pistas com vários pedaços já prontos. Quando estiver terminada vai aliviar bastante o tráfego. Como estávamos passeando resolvemos descer pela BR116. Caminho bem travado mas com um visual muito bonito. Chegamos em Vacaria já anoitecendo e tome chuva.
domingo, 24 de abril de 2016
Parou de chover mas, o tempo continuava muito carregado o que indicava que a chuva poderia voltar a qualquer momento. Antes que isso acontecesse aproveitamos para tirar fotos do Farol e da cidade.
Resolvemos então alterar, mais uma vez, o roteiro. Os lugares de praia ficavam muito prejudicados para se visitar com chuva então resolvemos visitar umas vinícolas. Tocamos para Canelones com o objetivo de visitar a bodega de Juanicó e talvez outras menores. Lá chegando fomos informados que as visitas teriam de ser agendadas. Sem problemas, pensei eu. Iríamos para Canelones aonde faríamos o agendamento, dormiríamos lá e no dia seguinte faríamos a visita. Acontece que em Canelones não tem hotel nem pousada só uma pensão que não dava para ficar. Fomos orientados a seguir mais alguns km até Sta. Lucia pois lá haveria acomodação. Realmente era verdade mas, mais uma vez declinamos de ficar nas pousadas vistas. Com isso nos sobrou tentar as pequenas vinícolas mas, por ser domingo estavam fechadas. Chegamos a ir em duas. Conclusão, tocamos de volta para o Chuí mas aí já com emoção. Devido a obras nas rodovias o GPS nos desviou e nos colocou na RN 8 sentido Minas. Tudo bem, ia acabar chegando no mesmo lugar por caminhos diferentes. Então para ir acertando peguei a RD 13 sentido Lascano aí era mole era só pegar a RN 14, Rn 15 e descer a RN 19. Na altura da saída para Velasquez havia uma interdição e os caminhoneiros estavam lá parados. Desci e fui perguntar o que acontecia. A estrada, devido as chuvas, não estava dando passagem até Lascano. Nem caminhão estava tentando. Tive então que voltar até Rocha para pegar a RN 9. Com isso fui chegar no Chuí já anoitecendo. Para compensar tocamos para o restaurante e comemos uma bela picanha. Daí para o hotel e para variar, embaixo de chuva.
Resolvemos então alterar, mais uma vez, o roteiro. Os lugares de praia ficavam muito prejudicados para se visitar com chuva então resolvemos visitar umas vinícolas. Tocamos para Canelones com o objetivo de visitar a bodega de Juanicó e talvez outras menores. Lá chegando fomos informados que as visitas teriam de ser agendadas. Sem problemas, pensei eu. Iríamos para Canelones aonde faríamos o agendamento, dormiríamos lá e no dia seguinte faríamos a visita. Acontece que em Canelones não tem hotel nem pousada só uma pensão que não dava para ficar. Fomos orientados a seguir mais alguns km até Sta. Lucia pois lá haveria acomodação. Realmente era verdade mas, mais uma vez declinamos de ficar nas pousadas vistas. Com isso nos sobrou tentar as pequenas vinícolas mas, por ser domingo estavam fechadas. Chegamos a ir em duas. Conclusão, tocamos de volta para o Chuí mas aí já com emoção. Devido a obras nas rodovias o GPS nos desviou e nos colocou na RN 8 sentido Minas. Tudo bem, ia acabar chegando no mesmo lugar por caminhos diferentes. Então para ir acertando peguei a RD 13 sentido Lascano aí era mole era só pegar a RN 14, Rn 15 e descer a RN 19. Na altura da saída para Velasquez havia uma interdição e os caminhoneiros estavam lá parados. Desci e fui perguntar o que acontecia. A estrada, devido as chuvas, não estava dando passagem até Lascano. Nem caminhão estava tentando. Tive então que voltar até Rocha para pegar a RN 9. Com isso fui chegar no Chuí já anoitecendo. Para compensar tocamos para o restaurante e comemos uma bela picanha. Daí para o hotel e para variar, embaixo de chuva.
sábado, 23 de abril de 2016
Começamos o dia com chuva. Chegamos na aduana e rapidamente fizemos os trâmites de saída. De volta na estrada seguimos em direção a uma praia chamada La Coronilla. Mais ou menos uns 20km a frente saímos da Ruta 9 e depois de um pequeno trecho chegamos ao balneário. O tempo chuvoso prejudicou muito a visita. Aparentemente um lugar simples e tranquilo com uma praia estreita.
Deixamos La Coronilla e nos dirigimos para Fortaleza Sta. Teresa, mais ou menos uns 20km adiante. A fortaleza fica dentro do Parque Nacional de Santa Teresa que é de responsabilidade do exército e muito bem cuidado. Para visitar nada é cobrado.
Após visitar a parte externa da fortaleza seguimos para conhecer o Parque Nacional Sta Teresa.
Pode ir por dentro, a partir da fortaleza ou ir até a Ruta 9 e entrar mais adiante. Dentro do parque existem cabanas para alugar, área de camping, restaurante e mercadinho além de várias praias.
Terminada a visitação seguimos em frente pela Ruta 9 por uns 10km, sentido sul, até a saída para Punta del Diablo. Ruas estreitas e desorganizadas, casas e restaurantes praticamente um dentro do outro. Me lembrou algumas ruas de favelas cariocas. Organização urbana passou longe daqui.
E a chuva não dava trégua. Resolvemos então seguir para La Paloma que era o nosso destino final do dia. Ao chegar fomos procurar alojamento e sem nenhum problema conseguimos logo na primeira tentativa. Depois de deixarmos os pertences no quarto saímos em busca de um restaurante para almoçar. Fomos a um indicado pela recepcionista do hotel e diferentemente de lugares que passamos estava aberto e funcionando normalmente independente do adiantado da hora, quase 16h. Aqui, comi um "entrecot" maravilhoso, mais uma vez a carne uruguaia fazendo jus a sua fama. Passada rápida pelo super mercado para dar uma abastecida e saímos fora da chuva.
Deixamos La Coronilla e nos dirigimos para Fortaleza Sta. Teresa, mais ou menos uns 20km adiante. A fortaleza fica dentro do Parque Nacional de Santa Teresa que é de responsabilidade do exército e muito bem cuidado. Para visitar nada é cobrado.
Após visitar a parte externa da fortaleza seguimos para conhecer o Parque Nacional Sta Teresa.
Pode ir por dentro, a partir da fortaleza ou ir até a Ruta 9 e entrar mais adiante. Dentro do parque existem cabanas para alugar, área de camping, restaurante e mercadinho além de várias praias.
Terminada a visitação seguimos em frente pela Ruta 9 por uns 10km, sentido sul, até a saída para Punta del Diablo. Ruas estreitas e desorganizadas, casas e restaurantes praticamente um dentro do outro. Me lembrou algumas ruas de favelas cariocas. Organização urbana passou longe daqui.
E a chuva não dava trégua. Resolvemos então seguir para La Paloma que era o nosso destino final do dia. Ao chegar fomos procurar alojamento e sem nenhum problema conseguimos logo na primeira tentativa. Depois de deixarmos os pertences no quarto saímos em busca de um restaurante para almoçar. Fomos a um indicado pela recepcionista do hotel e diferentemente de lugares que passamos estava aberto e funcionando normalmente independente do adiantado da hora, quase 16h. Aqui, comi um "entrecot" maravilhoso, mais uma vez a carne uruguaia fazendo jus a sua fama. Passada rápida pelo super mercado para dar uma abastecida e saímos fora da chuva.
sexta-feira, 22 de abril de 2016
Sem pressa partimos em direção ao Chuí. Inicialmente pela BR392 e depois pela BR471. Viagem tranquila e estrada em boas condições. Cuidado com os "pardais", tem vários. O que nos chamou a atenção foi o crescimento do número de Parques Eólicos nessa região. Chegamos cedo e fomos ao freeshop para aquelas comprinhas básicas. Ficamos decepcionados com os preços e com a falta de produtos. Não que os preços tenham aumentado, continuavam os mesmos em dólar, mas com a alta do mesmo já não havia vantagem em comprar por lá. Isso que vi, todos também viram e deixaram de comprar. Já que não vende, o free shop parou também de repor o estoque daí a falta de produtos.
De lá fomos então degustar a famosa e já conhecida carne uruguaia. Passamos o fim de tarde no restaurante. Desde que saímos de casa até aqui não pegamos uma gota de chuva e agora no início da noite começou a chover.
De lá fomos então degustar a famosa e já conhecida carne uruguaia. Passamos o fim de tarde no restaurante. Desde que saímos de casa até aqui não pegamos uma gota de chuva e agora no início da noite começou a chover.
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Saímos bem cedo de Cambará do Sul pela Rs020 para alcançar a Rs486 e descer até o litoral para pegar a BR101. Aqui resolvemos, em virtude do feriado e pela amostra do tráfego na Rs486 que era bastante intenso fazer uma alteração na rota. Originalmente iríamos por Porto Alegre, Pelotas, Rio Grande e Chuí mas, devido ao trânsito que poderíamos enfrentar nas entradas/saídas dessas cidades (feriado) optamos por seguir para São José do Norte mesmo sabendo da buraqueira próximo a Mostardas e da balsa. Sábia decisão, a buraqueira continua lá mas, indo devagar e com atenção não é problema. A estrada estava vazia. A balsa, para variar, também não batia com o horário anunciado na internet. As saídas eram às 08:00h, 10:00h, 14:00h e 16:00h. Conseguimos pegar a das 14:00h. O lado bom é que agora, com o término da dragagem do canal, o percurso voltou a ficar menor e por consequência o tempo também. Como estávamos adiantados em um dia no roteiro original resolvemos ficar em Rio Grande para dar uma relaxada e só partir para o Chuí no dia seguinte. Dessa vez não tiramos fotos da balsa e de Rio Grande mas, se quiserem ver algumas é só procurar nos nossos blogs anteriores.
quarta-feira, 20 de abril de 2016
Hoje, já em Cambará do Sul, estamos enfrentando dificuldades para encontrar uma boa pousada devido a proximidade do feriado. A que estamos hospedados é meia boca e só tem vaga até amanhã. Diz que tem internet, só não diz que não funciona. Diz que tem televisão, só não diz que só tem 01 canal e para culminar não tem ar refrigerado. Ar refrigerado em Cambará ? alguém há de perguntar. Sim, está fazendo um calor do cão e várias pousadas tem, só não tinham disponibilidade. O gerente, por sua vez, demonstra total falta de sensibilidade e respeito com os clientes quando resolve fazer uma reforma justamente nessa época (feriado). Garantiu que acabaria ontem, o que não aconteceu e a barulheira continua no dia de hoje. Com isso vamos reduzir o tempo de estadia e seguir em frente.
Deixando de lado as chateações vamos ao lado bom.
Começamos o dia bem cedo a caminho do Canyon Fortaleza que fica a 23km de Cambará do Sul, no Parque Nacional da Serra Geral, tendo aproximadamente 5.8km de extensão. Ao chegar recebemos informações do guarda que fica na portaria e fomos ao estacionamento. A partir daí só caminhando. Tem duas trilhas, uma curta que leva até a borda e outra mais longa que leva ao topo. Fizemos as duas.
Terminada a visita partimos agora para o Canyon Itaimbézinho que fica localizado entre Cambará do Sul e Praia Grande na área do Parque Nacional dos Aparados da Serra e fica a 18km do centro da cidade. Aqui são dois caminhos um menor e o outro maior com 6km e duração aproximada de 03h. A última foto mostra o início da caminhada mais longa.
Deixando de lado as chateações vamos ao lado bom.
Começamos o dia bem cedo a caminho do Canyon Fortaleza que fica a 23km de Cambará do Sul, no Parque Nacional da Serra Geral, tendo aproximadamente 5.8km de extensão. Ao chegar recebemos informações do guarda que fica na portaria e fomos ao estacionamento. A partir daí só caminhando. Tem duas trilhas, uma curta que leva até a borda e outra mais longa que leva ao topo. Fizemos as duas.
Terminada a visita partimos agora para o Canyon Itaimbézinho que fica localizado entre Cambará do Sul e Praia Grande na área do Parque Nacional dos Aparados da Serra e fica a 18km do centro da cidade. Aqui são dois caminhos um menor e o outro maior com 6km e duração aproximada de 03h. A última foto mostra o início da caminhada mais longa.
terça-feira, 19 de abril de 2016
Saímos pela estrada Vila Várzea, estrada do Chapadão até alcançar a Rs020. Ao chegar na Rs020 em vez de tomar o caminho para Silveira saia para direita em direção a Fazenda Potreirinhos e Fazenda dos Rodrigues. Resolvemos tocar direto para a última. O caminho é muito bonito e para encerrar somos presenteados com o Cachoeirão dos Rodrigues.
Já na sede da fazenda aguardamos por mais de quarenta minutos até aparecer alguém. Surgiu uma figura com cara de poucos amigos e mal nos cumprimentou. Perguntamos pelo caminho para o desnível dos rios e ele simplesmente apontou em uma direção e disse que era para lá. Como já tínhamos a informação que esta atração não era lá grandes coisas, resolvemos deixar para uma próxima e tocamos em frente para Cambará do Sul. Como o feriado se aproximava queria chegar com tempo suficiente para procurar pousadas que ainda tivessem disponibilidade.
Ao final do caminho alcançamos a sede da fazenda. Lá fomos bem recebidos e orientados para qual trilha percorrer até o cachoeirão.
De lá retornamos para alcançar o caminho para a Fazenda Protreirinhos
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